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5月12日 Os nós e o euEu escrevi este poema durante a composição do meu livro "Depois que os pontos cardeais se foram..."
Os nós e o eu
Aqui, no tempo estático, tudo é mais difícil O ar rarefeito intimida minha liberdade Liberdade extinta ante os portões guardados pela sentinela séssil O tempo passa e a inércia se constitui em principal verdade
Preciso me desconstruir e me perder Do meu eu quixotesco (ilusão fatal) Derrubar as arestas rígidas desse estranho viver E então beijar os céus e me despedir do real vivendo o sonho sonhando a vida desconstrução
“Por que o Sol não nasce do lado que eu quero? Por que a água não quer subir a montanha? Por que todos estão andando em círculos?”
Nesse pequeno [tudo(nada)] mundo minha retina se acomodou E esse exílio já me chateou...
Do caos me despindo vou te encontrar equilíbrio
5月8日 Children of the Burning HeartNa seção de poemas colocarei textos que escrevi para o meu livro "Depois que os pontos cardeais se foram..." entre 1997 e 2000.
Children of the Burning Heart a S. C. Chapman
Uma tocha flamejante voava pela névoa Dissipava a densa treva Do interior das catedrais suspensas De onde avistávamos os campos infinitos
Somos os sonhadores em frente à fronteira selvagem Somos os garotos de almas sedentas pelo desconhecido Correndo com o vento de terras distantes Entre pastagens rústicas Correndo com paixão Para alcançarmos a realização dos nossos desejos
Nosso coração é nossa bússola E nossas asas nascem quando sonhamos
Nossos olhos não avistam horizontes com crepúsculos Nosso ritual é a vitória
Viajando tão longe de casa Universos inexplorados conquistamos As areias da ampulheta parecem não se mover quando caminhamos sobre as nuvens
Porém, na montanha intransponível Em cujo solo há folhagens secas Os cemitérios adormecidos estão tão frios calmos opacos
Como somos ainda garotos sonhadores Na nossa rota Pegamos caminhos que nos desviam dessa montanha
Nos nossos corações ardentes Queima uma intensa chama Que nos impulsiona sempre à frente A voar pela imensidão Dos vastos campos de graça e eterna paz do Senhor
Os palácios flutuantes de cristais Guardados por anjos dourados É o destino dessa nossa grande aventura Tendo nós todo o tempo do mundo para voar viver
e das catedrais suspensas saímos sempre que o desconhecido nos chama no nosso vôo vertiginoso de cada dia.
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